Tudo que guardo aqui dentro. ****************************************************************************************** (reformulação do blog sessaocorujabykika.blogspot.com, o passado ficou para lá. Ainda ativo. Aqui pretendo deixar outras coisas nessa caixa.)
Tudo que tem aqui dentro.
- Èrika (Kika)
- Não quero falar o que gosto de fazer, quem eu sou e o que pretendo, aqui estão histórias, romances, relatos da minha vida ou apenas fantasias, ideias de temas, dilemas, desabafos, verdade ou invenção essa sou eu e deixo essa parte da caixa aberta a você... bem vindo ao meu mundo seja ele de faz de conta ou a dura realidade! Compartilhem, comentem, reflitam, sintam raiva, ou amor, deixo livre e aberto a qualquer sentimento, aqui ele será bem vindo!
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Devaneios.
Vem me visitar.
O coração as vezes bate depressa,
e muitas deixa de bater.
É preciso apenas coloca-lo em compasso.
A respiração as vezes falta.
Quando a forma da esperança vai embora.
Só deixa aqui a falta tua.
Tranquila eu fui, só não permaneço.
Já tantas de tantas vezes.
O costume deveria me pertencer.
Esqueço a dor pra enfrenta-la novamente.
E essa é a primeira que não me faz feliz.
Esta logo ai, demorou muito.
E eu só quero fechar os olhos.
Todos os dias, fechar os olhos."
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Limpeza do velho.
Só um pouco, sem som de filmes, ou música para bagunçar mais meus pensamentos, que de muitos, já nasceram bagunçados.
Nessa semana me embriaguei na sessão cinema em casa, com o filme favorito do Ricardo.
Não consigo lembrar certamente como era assistir com ele, faz tanto tempo, que as vagas lembranças hoje não me faz nenhuma diferença.
Tentei sair desse marasmo.
Me condicionando a fazer uma grade de obrigações e não permanecer aleatório e perdido nos compromissos.
Todos os dias, estudo, trabalho, pinto, faço um exercício e ainda me sobra tempo para pensar em o que deveria ser a minha vida.
Constantes pensamentos que se tornam massantes a cada dia que passa, a cada dia que envelheço.
Sim, sozinha, enquanto muitas já casadas e mães. Tantas deram sorte, como algumas deram azar.
Eu ainda permaneço na luta com o que eu vou carregar daqui pra frente.
Triste viver em um país que a bunda fala mais alto do que todo o meu esforço de pé em frente a uma parede muitas vezes suja de tinta, tentando deixar meu nome de alguma forma, visível para qualquer um ver. Não optei a venda do meu corpo para só ter um homem ao meu lado. E se por opção ou por falta de opção, eu assim permaneço só. Se for pra carregar algo, que seja verdadeiro, e não lixo.
A falta do novo, é que me deixa triste e pensativa, funciono como um livro, cada página precisa ter algo que me faça ler, ir pra frente.
Mas confesso estar cansada da novidade momentânea, aquela que não se dá o tempo do sorriso, aquela que da forma de um orgasmo, seja ótimo, mas que logo se vai.
Preciso de uma ideia, um momento longo, um significado verdadeiro, algo que seja dessa vez "eterno".
Talvez seja a chegada dos 26 anos, breve, logo ai batendo.
Como imaginava essa idade, com filhos, marido... são as duas coisas que eu imaginava, mas vi que crescer é muito mais que isso. Além do marido que nunca veio, o filho que nunca nasceu, existe as contas, as dores, as lágrimas no travesseiro, os gritos, muitos sorrisos e lembranças ótimas, irresponsabilidade e responsabilidade, troca de emprego, desemprego, vontades, sexo, amizade, brigas...
É um mundo grande e cheio de pegadinhas.
Não sou de família rica, desculpe mas tenho que trabalhar. Não tenho meu corpo perfeito, porque nessas horas eu pegava o ônibus cedo pra estar no trabalho, e voltava no último metrô do dia. Desculpe não ter as vezes dinheiro para viajar com quem eu gostaria, ou de sair para onde gostaria, mas eu gastei todo meu dinheiro pagando contas e comprando meus materiais, com desculpas de finais de semana ter direito a umas cervejas e umas doses de álcool.
Não gosto de funk, de pagode, de qualquer tipo de música que seja feita para a massa. Infelizmente não será isso que vou ensinar, se um dia tiver, meus filhos.
Tenho princípios básicos, aprendi isso com a vida, um pouco com a família.
Acreditei em muita gente, quis acreditar muitas vezes, me fiz de cega, e foi isso que ganhei, a cegueira de uma vida toda. Sem ver o que de verdadeiro tinha, porque na verdade nada existia ali.
Muitas vezes tive preguiça, um dos meus maiores erros. Ela geralmente vem alimentada do meu desanimo com os acontecimentos recentes.
Esse ano foi muito difícil, perdi muita gente, nunca tive algumas pessoas, trabalhei muito, me preocupei muito. Mas agradeço por ter um teto para dormir, e uma comida para encher a barriga.
Não tenho tudo que quero, mas tenho tudo que preciso.
Famosa frase, que na realidade nem me lembro se é assim. Mas é basicamente isso.
É como toda hora ter que rever algo em um canto da vida.
O profissional, o sentimental, o financeiro, família....
E quando atingimos o ponto máximo da satisfação, um muro cai. E começa a trincar os outros.
Mas o que fazer se todos estão trincados? Como nessa noite.
Sem dinheiro, sem amor, ainda trabalhando, sem família, com os pensamentos a mil, e as dúvidas do que fazer existentes na testa.
Prometi a mim mesma, ao entrar na data do meu aniversário, eu reformularei o que eu puder. Será a contagem regressiva para a viagem, e eu apagarei todos aqueles que não preciso que permaneçam mais em minha vida. E vou seguir na minha sorte rumo ao desconhecido como todos os dias que acordo.
O desconhecido me encanta, mas conhecendo me apaixono. É assim que se começa as novelas da minha vida.
Em muitas com partes mais curtas como um breve episódio de seriado, outras rende boas histórias de se acompanhar.
Acreditar nos outros é um defeito, mas dizer mentiras é um pecado. Não pecado religioso, mas contra o próprio ser humano, ser semelhante a você, que tem sentimentos, que um dia foi disposto a escutar as palavras pronunciadas, mesmo sendo mentira.
Hoje, faltando pouco para avançar mais um ano de vida, eu me pego pedindo para o universo, todas as noites, que me ajude a encontrar a linha certa. Eu já cansei de ficar no meio fio.
Já me sinto presa em casa novamente, em ficar no escondido, porque assim não me machuco, não cometo loucuras. Mas me faz falta algum motivo pra sentir o vento bater novamente no meu rosto, em sair ouvindo música, ou até mesmo começar a rabiscar coisas novas.
Na limpeza da antiga Eu que hoje e esses dias andei fazendo, em telas, trabalhos, escrevendo, espero jogar muita coisa fora, e assim limpar o espaço pra entrada do que acredito ser, o meu grande dia especial, o meu presente de uma nova vida."
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Vão embora.
E você como foi sair com mais uma mulher vulgar nessa semana?
Hey, me conte você, como foi ficar com várias e ficar nisso?
Voltando, me explique e esse tempo que você disse pra esperar? Já foi não é.
E você, aquelas palavras que me disse, a família que me apresentou? Foi só pra provar alguma coisa?
Não vá fugindo você também, esta distante porque sumi por uns tempos.
Foi tão fácil me enganar, foi tão fácil os sorrisos.
Divertido não foi?
Aliviados e sem compromisso.
Satisfação em seus dias, e acorrente os meus.
Lembrar, porque me deixaram a lembrança?
Poderiam ao menos ter levado junto.
Remoendo cada momento, e carregando isso para o futuro.
Se pudesse eu apagaria.
Momento felizes só me servem quando acompanhados de um futuro.
Sem isso, não passa de algo falso.
Pode ir você.. você e você.
Sua mulher o espera em casa para mais uma noite de cachorrinho. Vá e viva a vida omissa.
Quanto a você, meu bem, cresça... Não subestime a minha inteligencia, mal sabe você o que eu já sei.
Ah e você sempre soube, o único que nunca me escondeu, mas que não tem capacidade de viver sem.
Eu quero me libertar de tudo isso.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Uma noitezinha de calor.
Sou eu e os travesseiros, misturados ao cobertor que fica de canto, hoje só dormirei com o lençol.
Pra dormir é difícil, pra acordar também.
Ah, me falta, me falta o motivo de querer existir, em frente. Para planejar, para querer planejar.
Existo em algo criado, e não foi por mim. Eu quero agora a minha linha.
Já foram tantas que se começaram, mas nenhuma se terminou. Algumas por muito longe e outras por alguns passos.
Procuro a surpresa, mas que seja até o fim.
Precisaria chover hoje."
Zerando tudo.
Me torno o que queria em uma noite, depois volto a ser a esperança no dia.
Transformei cada palavra em verdade ao bater da meia noite.
Mas quando acordo todas essas verdades que escutei, se transformam em mentiras.
Será que existe a necessidade de mentir? Mentir pra mim se tornou o cotidiano mais esperado ao sair de casa.
Várias noites, a cama esta acompanhada, apenas uma noite.
Uma noite de alegrias e de sorrisos jogados a própria sorte, nunca recuperados. Nunca da mesma forma.
Passou tanto tempo, outros passaram a pouco.
E na rotina, eu me encontro de compromisso comigo, apenas comigo, sem mais ninguém.
Talvez abuse da sorte, esperando ela chegar em cada passo que dou.
O destino, eu não confio mais. Nunca foi destino, quando eu sempre achei que fosse.
Cansada de muitos.
Sinceramente me falta pouco para deletar de vez de qualquer relação que tenha comigo, renovar, assim quem sabe abrindo passagem me chegue algo de valioso.
Tampo os buracos com pessoas que não querem saber se estou viva ou morta, se estou bem e precisando de algo.
Tampar buracos, sinto que é o que sou pra tanta gente.
E se for assim, não me serve nem para amizade.
Faça um favor a si mesma minha cara amiga, que convivo a 25 anos... delete o passado que não te acrescenta, e comece uma nova lista, uma nova vida, uma nova meta.
Me dê de presente de mais um ano de vida, uma nova vida onde tens a chance de ser feliz."
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Deixe-me com as lembranças.
Ta passando o tempo, é novo também recente, mas vai passar.
Poderia ser ao menos ruim as lembranças, assim seria tão mais fácil.
Lembro-me da janela, a vista limpa que tinha dela.
Encostado na porta, deixando a luz do Sol lhe queimar a pele branca.
Ah sim, é tão pouco tempo, como podes?
Posso... é o meu direito de lembrar, é o meu direito de sentir.
O seu, foi ir embora sem explicações, e o meu, de lembrar de suas costas.
Parecia-me ser extremamente cuidadoso com tudo que me envolvia.
Foi apenas uma jogada.
Por que fez com que me sentisse a escolhida.
E agora eu me lembro ao seu lado na cama.
Os dias em claro, adormecidos com os barulhos dos pássaros.
Esta difícil, muito difícil. Por que ainda não entendo o motivo de ter ficado apenas com as lembranças.
A calça larga, os chinelos imensos, a camiseta e aquele sorriso.
Fui um fracasso, foi a conclusão tirada dos pensamentos vagos pelo dia.
Deveria ter fechado meu coração, e engolido a chave.
E duvidar que todo o doce envolvido era apenas para disfarçar o fim amargo.
E do amargo bebi mais uma vez.
Quando me dei conta, já era tarde. Eu estava gostando.
É engraçado ver o coração aberto.
Babaca perante a tanta coisa "adulta" de hoje.
Tratada como louca sentimental. É assim que me vê?
Deixe pensar. Já não faço mais parte disso não é?
Me deixe então com as lembranças de dias divertidos de Sol e sorrisos.
Me deixe com a lembrança daquela noite em que dançamos.
Fechando os olhos ainda posso relembrar algumas coisas.
Mesmo doendo, é quase inevitável não lembrar.
Fazendo de conta que eu realmente seria importante.
Mais uma vez.
Deixe-me aqui só lembrando de como você era legal.
De como era meu amigo, de como era tudo antes.
O dia vai tratar de apaga-lo como um dia nublado.
Ainda espero o Sol todos os dias."
Carregada.
Propósito
Decidimos por você.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Perguntas... deixe eu saber.
e eu a pensar...
" Você sabe como sou chorando?
Você sabe como sou brava?
Você sabe como sou pensando?
Você sabe como fico quando estou sem sono?
Quando quero conversar? Ou quando quero ficar em silêncio?
Sabe quando eu não estou bem?
Quando preciso de abraço, mais do que de qualquer outra coisa?
Quando estou com vontade?
E as vezes que eu não quero nada?
Quando ando feliz?
Quando imagino o fim do mundo?
As minhas tpms?
As minhas posições?
Sabe quando eu estou com fome? Ou sede?
Sabe como me pegar?
E como me largar?
Tenho tantos motivos, tantas perguntas, tantas formas.
Sabe quais são? do que estou falando?
Tem dias que param quando te vejo, mas logo se apressa com o tic-tac do relógio, o caminhar da Lua.
Fica mais um pouco aqui perto. Só pra eu deitar ai no seu peito.
Só pra eu olhar o céu estrelado, e sentindo a sua respiração subir e descer.
Ainda nem te conheço, mas fique aqui.
Esta tudo tão bom.
Sabe como eu durmo?
O que eu gosto de comer?
Seu olhar é tão bonito, eu ainda não te disse isso.
Responda-me.
É que eu ainda não te conheço."
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Quanto mais acredito...
Tudo era belo, e eu ainda era pega de surpresa pelas desilusões da vida.
Agora não existe desilusão, na verdade, sempre enxergamos do nosso modo, mascarando a verdade, e enganando todos os dias. Se não é aos outros é a si mesmo.
Sim aquele nó que você sente, ou aquele aperto bem forte no peito, aquela vontade de ligar que não passa quando dentro de ti te diz para ligar. É tudo isso... é a verdade tentando aparecer, e nós com o medo de derramar essas lágrimas, fingimos não ver, não ouvir.
Simples e fácil, esta sempre ali na frente. Mas eu ainda envolvo meus olhos em lenços finos. Posso ver, mas prefiro dizer que nada sei.
O problema sim, é existente. Em todos os meus dias é a batalha do novo, do inesperado e do menos provável.
Nunca gostei do padrão. Por isso não pertenço a ele. Sou magra não porque não como, não sou mulher carne. Não sou mais tão nova assim, dependendo de onde se frequenta. E pelo que parece em qualquer lugar. A constante luta de não pertencer a nada com coisa nenhuma.
São tantas mentes vazias, tantas formas fúteis de pensamento e de vida, e a vida é muito mais que isso.
E eu não digo estar fora. Mas quero sair.
Quero me desprender dessas coisas, queria abandonar tudo e começar tudo novo, tudo de novo.
As palavras solta na boca como se todos fossem amigos, confiáveis. Observo tudo, tento não observar nada e novamente sentir a surpresa em meus dias.
As surpresas constantes em minha vida, são de muitas, infelizes.
Agradeço a sorte que tenho, mas vivo pedindo para me livrar das más.
Talvez mereça menos que tive, e tenho. Ou talvez é assim que queiram que eu pensei.
Não gosto de sentir saudades, toda saudade dói.
Não gosto de sentir raiva, toda raiva também dói.
Será que só eu consigo sentir tudo isso assim...
Eu acreditei em cada palavra, de cada boca que um dia se abriu para dividir algum momento.
E quando eu mais acredito, mas me engano."
Até.
Acho que apenas um amor de verão, sei lá.
Eu, de leve, senti que seria algo legal e especial de ser vivido depois de tantas coisas nesse ano.
Falou, falou, falou.. mas como sempre, nada aconteceu.
Eu duvidei, duvidei, mas quando parei de duvidar, foi que a verdade apareceu me provando que sim, eu deveria ter duvidado mais.
Conhecer a família, promessas na beira da cama, festas, som alto, loucuras, beijos e abraços... e agora esta tudo mudo.
E o erro, com quem fica, metade, metade.
Um pouco com você e um pouco comigo.
Mas custava apenas me dizer, o motivo, da mudança em nossas vidas assim, tão rápida.
Se era apenas um amor passageiro, pra que me dizer tantas coisas.
Ah essa mania de esquecer que o outro também sofre.
O travesseiro não deveria deixar dormir aqueles que precisam ter a consciência limpa para isso.
Mas porque? ainda não sei.
Preciso parar de fazer o que me pedem, e pensar que assim, eu sempre estarei na mão de qualquer pessoa.
Já virou costume me decepcionar com quem eu menos esperava qualquer decepção.
Já virou costume as coisas darem sempre errado. E eu escrever na tela branca do computador.
Então se for assim. Que pelo menos saia com dignidade e verdade no coração."
domingo, 7 de outubro de 2012
Ta tudo muito...
Por varias e varias.
Sempre meu sexto sentido, sempre certo, nunca me dando a chance do alívio.
Era apenas uma vez, o peso sair do peito.
Era apenas uma vez.
Ja parei de acreditar no que me dizem, mas ainda aquela esperança no fundo da gaveta, a sim, é culpa toda dela, esperança que custa sair.
Porque meus olhos Sao mais transparentes que o do próximo, ou eu sou cega ate nisso, nao vejo a diferença da verdade ou da mentira, eu apenas acredito ou quero acreditar?
E porque gostei, nao, nao era pra gostar. Nao era.
Nao pode ser bom logo no começo, acreditamos ser sempre aquele conto de fadas, nao será, nunca será menina tola. Ate quando?
Mas te digo, sou assim, mas ainda nao descobri o motivo. Um porque ha de ter.
Me deparei novamente com o relógio, ali esta o relogio, movendo.se com a esperança de cada dia.
Cada dia será diferente. Cada dia diferente para a mesma pessoa.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Vagabunda também ama.
Essa eu ganhei logo de manhã!
Adorei a letra! Adorei!
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Leve e colorido.
Difícil mesmo é acreditar que essa cor é o que realmente vejo.
Ultimamente escuto tanta coisa, mas não vejo nada mudar, que quando aparece essa proposta, eu fico na dúvida se será verdade.
Vamos pensar positivo.
Vamos imaginar que esse seja o verdadeiro motivo por nada ter dado certo.
Vamos pensar que realmente é agora que eu vou ser feliz.
Pensar, pensar, pensar, eu não queria pensar. Eu não queria ter medos. O medo me torna escrava da minha insegurança. A confiança é algo difícil para o meu sentimento idiota de sempre.
Mas eu vi colorido.
O que será que esconde essa minha vida maluca. Tão maluca essa que merecia estar nas telas, é eu vejo minha vida como um filme.
Todo dia tem algo novo, todo dia, tenho um capítulo para contar para as amigas, ou para a minha tela em branco.
Sorri tanto esse final de semana, sorri de verdade, me cansei de verdade, aproveitei até meus olhos implorassem descanso. Vi amanhecer todos os dias. Dormi deliciosamente bem, conheci pessoas novas, dancei, me diverti, e escutei, escutei tanta coisa, que me fez ver colorido.
Não precisei de nada, apenas das pessoas que comigo estavam, e que não quero que vá embora.
Está tão leve, que posso voar agora."