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Não quero falar o que gosto de fazer, quem eu sou e o que pretendo, aqui estão histórias, romances, relatos da minha vida ou apenas fantasias, ideias de temas, dilemas, desabafos, verdade ou invenção essa sou eu e deixo essa parte da caixa aberta a você... bem vindo ao meu mundo seja ele de faz de conta ou a dura realidade! Compartilhem, comentem, reflitam, sintam raiva, ou amor, deixo livre e aberto a qualquer sentimento, aqui ele será bem vindo!

terça-feira, 18 de março de 2014

"Amo, simplesmente isso e jamais deixarei de amar, ela é um doce reencontro."

"Amo, simplesmente isso e jamais deixarei de amar, ela é um doce reencontro."
Recebi esses dizeres a uns anos atras, e hoje como mais um dia de muitos, eu me peguei lendo os textos, que na época salvei em fotos no meu computador.
E eu ainda nada sei, não sei nem como esta seu rosto, se o sorriso ainda é o mesmo ou se eu o verei novamente. É, definitivamente, eu não sei.
Só sei que as palavras que um dia me entregou, fez com que me sentisse amada, mesmo não o tendo ao lado, foi tão forte que ainda guardo todos e novamente eu, na terrível madrugada, castigo para os amantes, me pego lendo todos eles. E no fim... no fim que fecha com a foto de um grande girassol que um dia recebi antes de uma viagem... eu caio em lágrimas. O nó vem, e eu olho para o teto e me pergunto por que é assim tão injusto?
Ai lembro da foto que vi do pequeno que nasceu... e me calo em perguntar "por que", sei que foi por ele. E eu pensei, "poxa, eu tive parte disso, me senti responsável por ele estar aqui e bem. eu fui embora pra tudo isso acontecer." Mas se passou algum tempo, e todos aqueles planos de ser feliz... foi deixado para trás, esquecido por muito tempo, adormecido no canto escuro.
Lembro-me do medo que cercava, lembro-me da falta de paz que tínhamos, mas lembro da forma que me fazia sorrir, lembro-me de como eu olhava para você, lembro... lembro... lembro.
Ai o nó aparece, sufocando e destruindo qualquer força que eu faça contra, respiro, até passar.
Esta feliz? Eu ainda tento, mas não consegui achar nada que chegue perto do que eu senti naquela padaria depois do parque, não encontrei alguém que me escrevesse com tanto amor, não encontrei ninguém que não me machucasse.
Eu estou perdendo as esperanças. Na realidade falta pouco pra isso acontecer. Cada dia mais, eu busco aquilo que eu nunca vou ter.
Queria enterrar tudo isso como faço para esquecer o que é preciso... Mas eu não consigo.
Dois anos... e nada foi morto... a última lembrança, suas costas indo embora em cima de uma bicicleta, e eu implorando que ficasse. Foi um Adeus triste, nunca mais te vi, nunca mais pude tocar em você ou sentir seu cheiro, nunca mais eu teria o abraço e o cuidado.
"Amo, simplesmente isso e jamais deixarei de amar, ela é um doce reencontro."
Não quero deixar para outra vida novamente. Medo de que se só temos aqui pra resolver, nesse plano, nesse mundo.
Dessa vez não tenho esperança que leia, mais um ano passou... e provavelmente as coisas mudaram, ou talvez não quer que mude.
Olho pro quadro do pote de desejos todos os dias, lembra-se do pote, nosso pote, é, esse quadro ainda permanece ao meu lado, ele seria a decoração da sala. Seria... agora faz parte do meu solitário quarto. E na janela, ainda me recordo de esperar você na esperança que fosse aparecer de surpresa como foi no nosso primeiro encontro. Madrugadas como essa, eu permanecia com a janela aberta. É eu fiz isso.
Como eu disse... perdi as esperanças.
Vou ficar com os nossos sorrisos no rosto de quando eramos só nós no nosso mundinho particular na espera de um milagre.
Reencontro.

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