Os olhos fecharam, e quando se abriram estava no mesmo lugar que adormecera.
Enrolada ainda no cobertor xadrez vermelho, encolhida no sofá de dois lugares que ocupava sua sala.
Piscou uma, dua, três vezes, e a sensação era normal, de que ela realmente havia despertado.
A casa estava em absoluto silêncio, e a porta da rua estava aberta lhe entregando o frio de um anoitecer de inverno.
Adormecera com um livro em seus braços, isso ela se lembrava, mas acordou agora sem nada, apenas com o silêncio e o incomodo de que havia algo de errado nesse momento.
Sentou-se no sofá cor de pérola, e olhou a sua volta. Criou coragem de sair debaixo de sua coberta, e fechou a porta, mais uma vez percebeu o silêncio intrigante, parecia que a rua estava deserta, "hoje é sábado a rua esta sempre cheia", pensou. Voltou a porta, a abriu, e realmente a rua estava escura e sem ninguém. Um pingo de água molhou seu rosto, quando percebera que chovia, quase imperceptível, e o mais curioso, sem fazer barulho.
"Nada faz barulho, eu consigo ouvir meus pensamentos. Isso é estranho." Mais uma vez pensou, mas dessa vez era como alguém tivesse falando com ela. Ela escutava o barulho de sua voz pela casa.
Não podia conter o arrepio que essa sensação lhe proporcionou em sua nuca, e mais uma vez tentou, pensando." Eu estou falando comigo, sim, eu estou falando." Sua boca não se mexia mas ela conseguia ouvir como se houvesse outra dela ali plantada na sala.
- Essa é a hora de colocar sua cabeça para pensar mocinha. - Disse sua voz, mas sua boca não se mexia.
"Não, não pode ser eu. Estou dormindo ainda, isso é um sonho." Pensou ela, mas dessa vez a voz não parecia ser de outra pessoa.
- Sim isso pode estar acontecendo, e essa é a hora de que você se encontra, nada vai lhe atrapalhar, não terá barulho, não terá ninguém, apenas eu e você. - Disse mais uma vez sua voz ali ecoando pelas paredes.
Ela pós a mão na boca tampando qualquer tipo de movimento que realizara para verificar se não era alguma pegadinha de sua mente.
- Não adianta, sou eu mesma e você não tem como fugir hoje. - Ela verificou que sua boca não se mexia, a sua mão a tampava com tanta força que os dedos ficaram marcados em seu rosto.
Correu para acender as luzes, achou que seria uma forma de afastar aquele pesadelo.
- Eu ainda estou aqui, as luzes não fazem tanta diferença, e eu ainda prefiro o escuro para pensar. - Disse mais uma vez sua voz.
"O que você quer, eu estava dormindo, estou ficando louca." Pensou ela.
- Não. Fique tranquila, hoje você ganhou esse dia de presente. São poucas as pessoas que podem desfrutar do absoluto silêncio para se pensar.
"Pensar em que? Não tenho e nem gosto muito de pensar na vida. Nunca tive muita sorte com os pensamentos." E o mais estranho é que sua conversa era de seu pensamento que escutava uma voz real, uma voz que era dela.
- Algo lhe incomoda, todos os dias você pensa no barulho, no caos dos carros, das buzinas, a luz do dia queimando o rosto. Todos os dias você diz que pensa, mas mal consegue escutar sua própria voz. - Disse mais uma vez a voz que lhe pertencia.
"Tenho que concordar." Ela se sentou novamente no sofá cor de pérola, e se enrolou no cobertor, mas antes havia apagado todas as luzes da casa. Era apenas ela e o que seria parte dela. Seu pensamento.
- Se dê uma chance, de respirar, de achar soluções e caminhos melhores, de procurar definitivamente suas respostas, sem com que algo lhe atrapalhe. Lhe prometo assim que você pensar, da mesma forma que eu apareci, eu irei sumir.
"Nem sei por onde começar... É muita coisa para apenas um dia de pensamento."
- Deixe o silêncio dominar sua cabeça, e assim você vai encontrar os temas em sequência de suas urgências. É difícil, mas você consegue.
Ela pensou depois de longos minutos em silêncio no escuro..." Meu emprego, sim, esse é o primeiro, como sobreviver nesse mundo com esse salário, se é que se pode chamar de salário. E não é por falta de formação, eu sei, nem por falta de procura... Eu não sei..."
- Ei, pare. Não é assim que funciona. Aqui é para pensamentos de meta, o que você irá fazer para mudar esses caminhos. Seja você garota, nem parece a mesma que eu conheço a anos. - Ouviu sua voz como quando se encontra irritada com algo.
"Correto, é, as vezes nem eu me reconheço... Vamos começar..."
Passou-se horas, para ela foi horas. Pensou na solução do emprego, nas amizades mal resolvidas, nos amores passados e qual futuro levar, nos objetivos de vida, anotou tudo em um bloco de papel em cima da mesa de centro ao acender o abajour da sala... Quando o telefone tocou, e seus olhos abriram, em volta ao cobertor xadrez, mas agora o seu livro estava em seus braços, a porta permanecia aberta com o mesmo vento de inverno entrando por ela, fazendo com que a cortina dançasse, seu cachorro adormecia ao pé do sofá cor de pérola, a luz do abajour estava ligada. Ela atendeu o telefone, falou por alguns minutos e o desligou.
"Claro, eu sabia, um sonho. Sonho maluco, quase não sonho, e quando acontece, parece algo cada vez mais doido." Ela se sentou no sofá, pensativa, quando se virou para a mesa de centro, e lá estava todas as suas anotações dos caminhos a seguir em sua mente.
Tudo que guardo aqui dentro. ****************************************************************************************** (reformulação do blog sessaocorujabykika.blogspot.com, o passado ficou para lá. Ainda ativo. Aqui pretendo deixar outras coisas nessa caixa.)
Tudo que tem aqui dentro.
- Èrika (Kika)
- Não quero falar o que gosto de fazer, quem eu sou e o que pretendo, aqui estão histórias, romances, relatos da minha vida ou apenas fantasias, ideias de temas, dilemas, desabafos, verdade ou invenção essa sou eu e deixo essa parte da caixa aberta a você... bem vindo ao meu mundo seja ele de faz de conta ou a dura realidade! Compartilhem, comentem, reflitam, sintam raiva, ou amor, deixo livre e aberto a qualquer sentimento, aqui ele será bem vindo!
sábado, 29 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Em um dia de chuva bem longe.
" Faz tempo que não escuto apenas o barulho da chuva.
Quando a rua esta vazia, já na madrugada que se segue.
Imaginei como seria pela primeira vez o nosso encontro depois de tudo declarado.
Vejo as trocas de mensagens, viajo em como seria o barulho dessa chuva escutado a dois.
O que faríamos, o que falaríamos, onde estaríamos agora.
Fecho os olhos e deixo o barulho desses pingos moldar o cenário.
E junto imagino o que seria de nossas vontades.
Lembro-me o quanto relutei para que não me imaginasse igual a outras tantas.
Me afastei, e segui como amiga, eventualmente nos encontrando, eventualmente aparecendo em um breve final de semana.
Agora me encontro contando os dias, mesmo em corda bamba, com medo de estar errando mais uma vez.
De apenas te conhecer como amigo, na emoção de saber como será sendo além disso.
O barulho da chuva diminui, mas não para, e com o silêncio da madrugada, ainda sinto ela bater na janela.
Eu aqui sozinha, e você ai sozinho.
Leio, me distraio em leitura, me vejo todos os dias ler para passar o tempo, e as vezes lendo nossas conversas.
E quando finalmente estiver aqui na minha frente, quando finalmente o dia chegar, qual será nossa reação? Só consigo imaginar todas as formas boas de acontecer. E tenho medo disso, é sempre quando imagino o melhor que a decepção parece perceber.
Não... não dessa vez, chega. Eu quero tentar ser feliz. Sem me preocupar com o que os outros vão dizer, com o que vão imaginar.
Não me importa mais. Importa o que você vai achar, apenas você.
Nunca fui de ligar para o que pessoas pensam ou deixam de pensar, sempre fui de seguir o que minha vida me leva a seguir.
E agora, com a chuva, eu só penso em ter você por perto, e parar de tentar fugir por medo de me magoar.
Deixar pra lá qualquer tipo de inveja, qualquer tipo de obstáculo, deixar finalmente a vontade que eu sentia guiar meus passos e fazer provar o que antes eu tinha dúvidas de ser o certo."
Quando a rua esta vazia, já na madrugada que se segue.
Imaginei como seria pela primeira vez o nosso encontro depois de tudo declarado.
Vejo as trocas de mensagens, viajo em como seria o barulho dessa chuva escutado a dois.
O que faríamos, o que falaríamos, onde estaríamos agora.
Fecho os olhos e deixo o barulho desses pingos moldar o cenário.
E junto imagino o que seria de nossas vontades.
Lembro-me o quanto relutei para que não me imaginasse igual a outras tantas.
Me afastei, e segui como amiga, eventualmente nos encontrando, eventualmente aparecendo em um breve final de semana.
Agora me encontro contando os dias, mesmo em corda bamba, com medo de estar errando mais uma vez.
De apenas te conhecer como amigo, na emoção de saber como será sendo além disso.
O barulho da chuva diminui, mas não para, e com o silêncio da madrugada, ainda sinto ela bater na janela.
Eu aqui sozinha, e você ai sozinho.
Leio, me distraio em leitura, me vejo todos os dias ler para passar o tempo, e as vezes lendo nossas conversas.
E quando finalmente estiver aqui na minha frente, quando finalmente o dia chegar, qual será nossa reação? Só consigo imaginar todas as formas boas de acontecer. E tenho medo disso, é sempre quando imagino o melhor que a decepção parece perceber.
Não... não dessa vez, chega. Eu quero tentar ser feliz. Sem me preocupar com o que os outros vão dizer, com o que vão imaginar.
Não me importa mais. Importa o que você vai achar, apenas você.
Nunca fui de ligar para o que pessoas pensam ou deixam de pensar, sempre fui de seguir o que minha vida me leva a seguir.
E agora, com a chuva, eu só penso em ter você por perto, e parar de tentar fugir por medo de me magoar.
Deixar pra lá qualquer tipo de inveja, qualquer tipo de obstáculo, deixar finalmente a vontade que eu sentia guiar meus passos e fazer provar o que antes eu tinha dúvidas de ser o certo."
Inverno
" Chegou o inverno.
O tempo de se recolher, de se entregar a abraços, a um jantar a dois, o quente de uma cama.
Ainda é difícil de saber qual estação acompanha tanta diferença de temperatura, já não me lembro mais quando as estações eram bem definidas, quando só de abrir a janela se sabia, qual estação o dia pertencia.
Sei que é inverno.
As roupas mudam de cor, o corpo se fecha, o dia parece escurecer mais rápido, o chocolate se transforma em item indispensável nas compras, e tudo se faz em conjunto.
Pobre aquele que esta sozinho nessa estação, que procura o calor de um abraço para poder se deixar levar pelo dia gelado, aquele que procura uma boa companhia para se juntar os pés, as mãos.
Infeliz aquele que espera com as mãos em torno de uma xícara quente de chá, olhando a chuva lavar a janela, e ao virar ver a cama vazia.
E feliz aqueles que ao chegar de um pesado dia de trabalho, pode dividir o calor que transborda de um corpo, aquecer os lábios, deixar-se envolver de calor.
O inverno é cruel aqueles de coração vazio, deixando ele mais gelado, sem agasalho de esperança. Cruel de forma sem ter conversa, justificativa, e deixando sem animo aqueles que procuraram fazer essa estação diferente.
Ele pode ser doce aqueles que amam, os amantes determinados a dividir o sabor de uma estação gelada, a relação de se permanecer junto, doce aos amantes.
A amantes de inverno, daqueles que se limitam a amar apenas na estação que não é feliz quem fica sozinho, amantes de inverno são aqueles que aparecem, aquecem seu espirito quando se esta gelado, e vão embora no despontar do Sol.
Essa estação pode ser uma surpresa, mas é a única estação que esta disposta a mudar o nosso costume de compartilhar, de dividir.
Aliás, quem não gosta de se aquecer nessa estação?..."
O tempo de se recolher, de se entregar a abraços, a um jantar a dois, o quente de uma cama.
Ainda é difícil de saber qual estação acompanha tanta diferença de temperatura, já não me lembro mais quando as estações eram bem definidas, quando só de abrir a janela se sabia, qual estação o dia pertencia.
Sei que é inverno.
As roupas mudam de cor, o corpo se fecha, o dia parece escurecer mais rápido, o chocolate se transforma em item indispensável nas compras, e tudo se faz em conjunto.
Pobre aquele que esta sozinho nessa estação, que procura o calor de um abraço para poder se deixar levar pelo dia gelado, aquele que procura uma boa companhia para se juntar os pés, as mãos.
Infeliz aquele que espera com as mãos em torno de uma xícara quente de chá, olhando a chuva lavar a janela, e ao virar ver a cama vazia.
E feliz aqueles que ao chegar de um pesado dia de trabalho, pode dividir o calor que transborda de um corpo, aquecer os lábios, deixar-se envolver de calor.
O inverno é cruel aqueles de coração vazio, deixando ele mais gelado, sem agasalho de esperança. Cruel de forma sem ter conversa, justificativa, e deixando sem animo aqueles que procuraram fazer essa estação diferente.
Ele pode ser doce aqueles que amam, os amantes determinados a dividir o sabor de uma estação gelada, a relação de se permanecer junto, doce aos amantes.
A amantes de inverno, daqueles que se limitam a amar apenas na estação que não é feliz quem fica sozinho, amantes de inverno são aqueles que aparecem, aquecem seu espirito quando se esta gelado, e vão embora no despontar do Sol.
Essa estação pode ser uma surpresa, mas é a única estação que esta disposta a mudar o nosso costume de compartilhar, de dividir.
Aliás, quem não gosta de se aquecer nessa estação?..."
segunda-feira, 17 de junho de 2013
O que vi pela primeira vez no meu país.
" A algum tempo eu escrevi indignada com a falta de atitude dos brasileiros, e com o abuso do poder público com a nossa nação.
Escrevi que sobre o problema da violência, dos roubos de dinheiro público, das esmolas que o governo dá, e da falta de amor com essa pátria que é mais nossa do que deles, pois somos nós que damos a oportunidade deles comandarem milhares de pessoas.
Foi quando aconteceu algo que aos olhos de poucas pessoas, foi um nada, deu motivo para o povo dizer "basta". Foi aumentado no transporte público 0,20 centavos nas tarifas, imagina o quanto o povo já estava a ponto de explosão, quando um aumento desses me fez ver uma coisa que tive orgulho de morar aqui, inclusive em São Paulo.
As pessoas mostraram seus rostos e a raiva, mostraram que somos nós que estamos nos juntando contra a escória da corrupção, somos nós, aqueles que te colocaram no poder, gritando e ordenando seus direitos, cobrando o que foi dito em campanha, e sim, de forma violenta, porque tem gente que só entende apanhando.
Nunca adiantou ir em porta de congresso, ou de prefeitura ficar horas com bandeiras e faixas nas mãos tentando fazer com que vissem os nossos direitos, não adiantou nunca fazer protestos em finais de semana pelas ruas, nunca adiantou entrar em acordo com os políticos. Íamos em lugares onde não eramos vistos, onde nos tratavam como meros palhaços adestrados para os governantes sorrirem em suas casas, com seus seguranças e seus carros importados e helicópteros pagos por nós.
Então, mesmo tratados por mídias compradas, por vândalos, por pessoas sem educação, por marginais... Conseguimos a atenção daqueles que se faziam de burro de carga do governo, daqueles que abandonaram essa pátria para tentar ter um pouco de dignidade de vida, daqueles que nunca somaram o quanto faz falta esses 0,20 centavos aumentado no transporte público, daqueles que são brasileiros e exercem todos os anos eleitorais sua obrigação de votar em bandido vestindo ternos.
Sim, sou contra a violência, sou contra quebrar patrimônio nosso, mas antes disse que esse país precisaria passar por uma guerra, talvez perder muita coisa para que o povo aprenda a se ajudar e acordar, ver que aqui todo mundo é capaz de lutar pelos seus direitos como qualquer povo de outro continente. E essa guerra moderna chegou, estamos aprendendo finalmente a ver que formiguinhas juntas vence os gafanhotos, que somos a maioria desse país contra meia duzia de engravatado, somos aqueles que realmente mandamos no país.
Não temos educação, pois não é investido nisso, não temos segurança, pois não se é investido nisso, não temos transporte púbico adequado, pois não é investido nisso... não temos muitas coisas por roubo em cofres públicos, lavagem de dinheiro e robalheira em maletas cheias de notas. Mas temos dignidade, e pagamos nossos impostos em dia, a maioria trabalha todos os dias da semana para poder ter o minimo que um ser humano precisa para viver, e temos vergonha de ter vocês ladrões no poder.
Assim vi pela primeira vez, um país se unir além dos oceanos e fronteiras, além de inimigos vizinhos, além das desgraças urbanas que temos em nossos estados, para dizer que povo unido jamais será vencido!"
Escrevi que sobre o problema da violência, dos roubos de dinheiro público, das esmolas que o governo dá, e da falta de amor com essa pátria que é mais nossa do que deles, pois somos nós que damos a oportunidade deles comandarem milhares de pessoas.
Foi quando aconteceu algo que aos olhos de poucas pessoas, foi um nada, deu motivo para o povo dizer "basta". Foi aumentado no transporte público 0,20 centavos nas tarifas, imagina o quanto o povo já estava a ponto de explosão, quando um aumento desses me fez ver uma coisa que tive orgulho de morar aqui, inclusive em São Paulo.
As pessoas mostraram seus rostos e a raiva, mostraram que somos nós que estamos nos juntando contra a escória da corrupção, somos nós, aqueles que te colocaram no poder, gritando e ordenando seus direitos, cobrando o que foi dito em campanha, e sim, de forma violenta, porque tem gente que só entende apanhando.
Nunca adiantou ir em porta de congresso, ou de prefeitura ficar horas com bandeiras e faixas nas mãos tentando fazer com que vissem os nossos direitos, não adiantou nunca fazer protestos em finais de semana pelas ruas, nunca adiantou entrar em acordo com os políticos. Íamos em lugares onde não eramos vistos, onde nos tratavam como meros palhaços adestrados para os governantes sorrirem em suas casas, com seus seguranças e seus carros importados e helicópteros pagos por nós.
Então, mesmo tratados por mídias compradas, por vândalos, por pessoas sem educação, por marginais... Conseguimos a atenção daqueles que se faziam de burro de carga do governo, daqueles que abandonaram essa pátria para tentar ter um pouco de dignidade de vida, daqueles que nunca somaram o quanto faz falta esses 0,20 centavos aumentado no transporte público, daqueles que são brasileiros e exercem todos os anos eleitorais sua obrigação de votar em bandido vestindo ternos.
Sim, sou contra a violência, sou contra quebrar patrimônio nosso, mas antes disse que esse país precisaria passar por uma guerra, talvez perder muita coisa para que o povo aprenda a se ajudar e acordar, ver que aqui todo mundo é capaz de lutar pelos seus direitos como qualquer povo de outro continente. E essa guerra moderna chegou, estamos aprendendo finalmente a ver que formiguinhas juntas vence os gafanhotos, que somos a maioria desse país contra meia duzia de engravatado, somos aqueles que realmente mandamos no país.
Não temos educação, pois não é investido nisso, não temos segurança, pois não se é investido nisso, não temos transporte púbico adequado, pois não é investido nisso... não temos muitas coisas por roubo em cofres públicos, lavagem de dinheiro e robalheira em maletas cheias de notas. Mas temos dignidade, e pagamos nossos impostos em dia, a maioria trabalha todos os dias da semana para poder ter o minimo que um ser humano precisa para viver, e temos vergonha de ter vocês ladrões no poder.
Assim vi pela primeira vez, um país se unir além dos oceanos e fronteiras, além de inimigos vizinhos, além das desgraças urbanas que temos em nossos estados, para dizer que povo unido jamais será vencido!"
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Adicionados
" Horas... são horas.
Vi o relógio girar, o dia escurecer, e eu não sai do lugar.
Foram lágrimas, e sorrisos.
Arrepio no braço, e foi como sentisse chegar perto.
É como montar um filme em minha cabeça, imaginar o tom da voz, e o cheiro que tem.
O toque da pele.
Esse é o divertido da história.
Mas vai mais além, porque existe a real vontade de saber.
E os dias se tornaram mais leves.
A tristeza foi aos poucos se afastando.
Sentindo-me viva um pouco a cada dia. Todos os dias que acordo e vejo que se importa.
Importa e faz falta.
Quando se afasta, foi realmente diferente meus dias.
Eles se arrastaram, e eu permaneci naquele mesmo lugar que você conhece.
Sem resgate.
Fico na luta de saber se é certo ou errado.
Sei que é errado... ah eu sei.
As diferenças, sim, existentes, e que não se pode lutar contra.
As tipicas diferenças que vemos em novelas e filmes.
Por que minha vida é uma novela?
É o que eu sempre busco ser? ou o que realmente me aparece para ter o que contar?
Só anseio por nosso dia chegar.
E se até lá algo acabar, ou algo começar... Não se sabe, e nem iremos saber.
Faz meus sonhos serem melhores, e acordar sempre com um sorriso bom.
E ai me pergunto se é possível eu ter essa sorte... O que será que esta destinado... Se houver destino.
Me disse que sim, disse que ainda não havia chego minha hora de ser feliz. E agora é quem me faz feliz.
Embora a distância, embora as diferenças, embora as loucuras e as conversas pela noite. É o que me faz bem.
Eu disse, são os olhos morenos.
Minha fraqueza, minha alma deve ser dessa cor para ser atraída sempre por eles.
E quando eu acordar desse sonho todo, eu vou descobrir se isso não passou a ser mais um conto ou se eu realmente estou vivendo o esperado."
Vi o relógio girar, o dia escurecer, e eu não sai do lugar.
Foram lágrimas, e sorrisos.
Arrepio no braço, e foi como sentisse chegar perto.
É como montar um filme em minha cabeça, imaginar o tom da voz, e o cheiro que tem.
O toque da pele.
Esse é o divertido da história.
Mas vai mais além, porque existe a real vontade de saber.
E os dias se tornaram mais leves.
A tristeza foi aos poucos se afastando.
Sentindo-me viva um pouco a cada dia. Todos os dias que acordo e vejo que se importa.
Importa e faz falta.
Quando se afasta, foi realmente diferente meus dias.
Eles se arrastaram, e eu permaneci naquele mesmo lugar que você conhece.
Sem resgate.
Fico na luta de saber se é certo ou errado.
Sei que é errado... ah eu sei.
As diferenças, sim, existentes, e que não se pode lutar contra.
As tipicas diferenças que vemos em novelas e filmes.
Por que minha vida é uma novela?
É o que eu sempre busco ser? ou o que realmente me aparece para ter o que contar?
Só anseio por nosso dia chegar.
E se até lá algo acabar, ou algo começar... Não se sabe, e nem iremos saber.
Faz meus sonhos serem melhores, e acordar sempre com um sorriso bom.
E ai me pergunto se é possível eu ter essa sorte... O que será que esta destinado... Se houver destino.
Me disse que sim, disse que ainda não havia chego minha hora de ser feliz. E agora é quem me faz feliz.
Embora a distância, embora as diferenças, embora as loucuras e as conversas pela noite. É o que me faz bem.
Eu disse, são os olhos morenos.
Minha fraqueza, minha alma deve ser dessa cor para ser atraída sempre por eles.
E quando eu acordar desse sonho todo, eu vou descobrir se isso não passou a ser mais um conto ou se eu realmente estou vivendo o esperado."
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