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Não quero falar o que gosto de fazer, quem eu sou e o que pretendo, aqui estão histórias, romances, relatos da minha vida ou apenas fantasias, ideias de temas, dilemas, desabafos, verdade ou invenção essa sou eu e deixo essa parte da caixa aberta a você... bem vindo ao meu mundo seja ele de faz de conta ou a dura realidade! Compartilhem, comentem, reflitam, sintam raiva, ou amor, deixo livre e aberto a qualquer sentimento, aqui ele será bem vindo!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Sem.

"Acho que é o silêncio, é sim, é ele. Que machuca toda vez.
Antes não havia silêncio, era como acordar em um belo dia de barulho. E saber que tem alguém ao lado, tem alguém por perto.
Barulho, significa que estamos acompanhados, sem ser o apenas seu pensamento, como único, pronto para comer suas ideias e consumir toda a sua energia.
Ah era bom o barulho, era bom escutar dois corações batendo, era bom saber que a risada teria eco, teria continuação.
No silêncio tudo se arrasta, até me pego rastejando, rastejando por um sinal, prolongando mais a minha ansiedade.
Odeio me sentir assim, confesso, não é por escolha, deve ser a escolha de outros não a minha. É como se a vida sempre me pregasse peças, e usasse do poder de testar até onde eu suporto certas maneiras certas mudanças.
Um dias qualquer coisa acontece, um dia é sempre diferente, mas e o que deveria ser a mesma coisa todos os dias? E se para variar um pouco, se não fosse a mesma coisa, mudar para melhor?
Cada dia que passa busco melhoras, tanto interna como externa, erro, acerto, nado em círculos, as vezes quase me afogo, mas lá estou eu, tentando seguir em frente. Mas cansa quando o "em frente" nunca acaba.
Festejava com cada demostração de importância, e em minha cabeça tudo se tornava barulho, agito e ideias, esperança das coisas estarem mudando. E agora? me pego falando em voz alta, apenas para não ficar no maldito silêncio.

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