" Sabe... Ainda amo.
Amo de forma doida e de forma risonha.
Era o meu sonho tudo isso. Ali ao lado... nos cuidados de um dia difícil.
Era meu o desejo de estar junto... Junto quase grudado.
Era par... par perfeito, que encaixa.
Ao meu lado ficou, olhou... no breve momento, aconteceu o beijo.
Era frio... mas a boca, naquele momento, era toda minha...somente minha...de mais ninguém.
Amo como se fosse ontem... e como vai ser amanhã e amanhã.
Até da voz... sim a voz... eu não esqueci.
Era loucura, como nunca outra... apenas nossa loucura, de existir para o universo naquele momento.
Quando?.. em todas as vidas... vamos nos ver até resolver?.. e em quais eu vou lembrar?
Talvez... meu último pedido seria... fique."
Tudo que guardo aqui dentro. ****************************************************************************************** (reformulação do blog sessaocorujabykika.blogspot.com, o passado ficou para lá. Ainda ativo. Aqui pretendo deixar outras coisas nessa caixa.)
Tudo que tem aqui dentro.
- Èrika (Kika)
- Não quero falar o que gosto de fazer, quem eu sou e o que pretendo, aqui estão histórias, romances, relatos da minha vida ou apenas fantasias, ideias de temas, dilemas, desabafos, verdade ou invenção essa sou eu e deixo essa parte da caixa aberta a você... bem vindo ao meu mundo seja ele de faz de conta ou a dura realidade! Compartilhem, comentem, reflitam, sintam raiva, ou amor, deixo livre e aberto a qualquer sentimento, aqui ele será bem vindo!
quarta-feira, 26 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
A letra... as memórias.
"- Veja você onde é que o barco foi desaguar
- A gente só queria um amor
- Deus parece às vezes se esquecer
- Ai, não fala isso por favor
Esse é so o começo do fim da nossa vida
Deixa chegar o sonho
Prepara uma avenida
Que a gente vai passar
- Veja você, quando é que tudo foi desabar
- A gente corre pra se esconder
E se amar se amar até o fim
Sem saber que o fim já vai chegar
Refrão
Deixa o moço bater
Que eu cansei da nossa fuga
Já não vejo motivos
Pra um amor de tantas rugas
Não ter o seu lugar
Abre a janela agora
Deixa que o sol te veja
É só lembrar que o amor é tão maior
Que estamos sós no céu
Abre as cortinas pra mim
Que eu não me escondo de ninguém
O amor já desvendou nosso lugar
E agora está de bem
Refrão
Diz quem é maior
Que o amor
Me abraça forte agora
Que é chegada a nossa hora
Vem vamos além
Vão dizer
Que a vida é passageira
Sem notar que a nossa estrela
Vai cair "
Link: http://www.vagalume.com.br/los-hermanos/conversa-de-botas-batidas.html#ixzz2wzS8ASJn
domingo, 23 de março de 2014
13:02
"Quando o dia pareceu cinza, o vento soprava gelado, e balançava minha cortina segurada com um nó... Quando o dia pareceu despertar antes do meu sono terminar, e me vi enrolada em esperanças de algum sinal...E quando esse dia se fez por começar assim...
- As coisas não podem piorar. - Pensei eu na cama que era a única coisa quente nesse espaço.
Sinto o coração murchar, se encolher do tamanho de uma ervilha, e a dor no peito se tornou presente... A cortina ainda balança, e eu prefiro deixar só uma fenda aberta da janela, pra não ver o dia sem cor de hoje.
Ai me pego abraçando um travesseiro, era o que seria sua nuca, ou talvez um beijo no pescoço... Não, era apenas travesseiro ao abrir os olhos... Olhos abertos... e o coração diminuiu em ver a cama vazia.
Ainda dói... A incerteza dói. Hoje acho que tudo dói... Coração dolorido.
Olhos fechados, consigo imaginar o abraço, o beijo, o cheiro... Olhos abertos... (as coisas podem piorar) o real, e ele é tão cruel.
Me disseram que o tempo é o melhor remédio, besteira.
Agora o vento entra pela fresta congelando meu rosto, a única parte fora dos cobertores... Alguma coisa precisa me dar o tapa da realidade... Ela veio como esse ar gelado e o som da janela batendo conforme o vento passa.
Ai escuto barulhos de carro, motos... e imagino que esteja no meio deles. Na janela vou... e é apenas um dia cinza passando lá fora, secando meu rosto e fazendo acordar... porque mais um dia começou, mais um dia para diminuir meu coração e transforma-lo em uma pequena bola de papel. Só espero que não chova... pois se chover... o papel se desmancha. "
- As coisas não podem piorar. - Pensei eu na cama que era a única coisa quente nesse espaço.
Sinto o coração murchar, se encolher do tamanho de uma ervilha, e a dor no peito se tornou presente... A cortina ainda balança, e eu prefiro deixar só uma fenda aberta da janela, pra não ver o dia sem cor de hoje.
Ai me pego abraçando um travesseiro, era o que seria sua nuca, ou talvez um beijo no pescoço... Não, era apenas travesseiro ao abrir os olhos... Olhos abertos... e o coração diminuiu em ver a cama vazia.
Ainda dói... A incerteza dói. Hoje acho que tudo dói... Coração dolorido.
Olhos fechados, consigo imaginar o abraço, o beijo, o cheiro... Olhos abertos... (as coisas podem piorar) o real, e ele é tão cruel.
Me disseram que o tempo é o melhor remédio, besteira.
Agora o vento entra pela fresta congelando meu rosto, a única parte fora dos cobertores... Alguma coisa precisa me dar o tapa da realidade... Ela veio como esse ar gelado e o som da janela batendo conforme o vento passa.
Ai escuto barulhos de carro, motos... e imagino que esteja no meio deles. Na janela vou... e é apenas um dia cinza passando lá fora, secando meu rosto e fazendo acordar... porque mais um dia começou, mais um dia para diminuir meu coração e transforma-lo em uma pequena bola de papel. Só espero que não chova... pois se chover... o papel se desmancha. "
terça-feira, 18 de março de 2014
"Amo, simplesmente isso e jamais deixarei de amar, ela é um doce reencontro."
"Amo, simplesmente isso e jamais deixarei de amar, ela é um doce reencontro."
Recebi esses dizeres a uns anos atras, e hoje como mais um dia de muitos, eu me peguei lendo os textos, que na época salvei em fotos no meu computador.
E eu ainda nada sei, não sei nem como esta seu rosto, se o sorriso ainda é o mesmo ou se eu o verei novamente. É, definitivamente, eu não sei.
Só sei que as palavras que um dia me entregou, fez com que me sentisse amada, mesmo não o tendo ao lado, foi tão forte que ainda guardo todos e novamente eu, na terrível madrugada, castigo para os amantes, me pego lendo todos eles. E no fim... no fim que fecha com a foto de um grande girassol que um dia recebi antes de uma viagem... eu caio em lágrimas. O nó vem, e eu olho para o teto e me pergunto por que é assim tão injusto?
Ai lembro da foto que vi do pequeno que nasceu... e me calo em perguntar "por que", sei que foi por ele. E eu pensei, "poxa, eu tive parte disso, me senti responsável por ele estar aqui e bem. eu fui embora pra tudo isso acontecer." Mas se passou algum tempo, e todos aqueles planos de ser feliz... foi deixado para trás, esquecido por muito tempo, adormecido no canto escuro.
Lembro-me do medo que cercava, lembro-me da falta de paz que tínhamos, mas lembro da forma que me fazia sorrir, lembro-me de como eu olhava para você, lembro... lembro... lembro.
Ai o nó aparece, sufocando e destruindo qualquer força que eu faça contra, respiro, até passar.
Esta feliz? Eu ainda tento, mas não consegui achar nada que chegue perto do que eu senti naquela padaria depois do parque, não encontrei alguém que me escrevesse com tanto amor, não encontrei ninguém que não me machucasse.
Eu estou perdendo as esperanças. Na realidade falta pouco pra isso acontecer. Cada dia mais, eu busco aquilo que eu nunca vou ter.
Queria enterrar tudo isso como faço para esquecer o que é preciso... Mas eu não consigo.
Dois anos... e nada foi morto... a última lembrança, suas costas indo embora em cima de uma bicicleta, e eu implorando que ficasse. Foi um Adeus triste, nunca mais te vi, nunca mais pude tocar em você ou sentir seu cheiro, nunca mais eu teria o abraço e o cuidado.
"Amo, simplesmente isso e jamais deixarei de amar, ela é um doce reencontro."
Não quero deixar para outra vida novamente. Medo de que se só temos aqui pra resolver, nesse plano, nesse mundo.
Dessa vez não tenho esperança que leia, mais um ano passou... e provavelmente as coisas mudaram, ou talvez não quer que mude.
Olho pro quadro do pote de desejos todos os dias, lembra-se do pote, nosso pote, é, esse quadro ainda permanece ao meu lado, ele seria a decoração da sala. Seria... agora faz parte do meu solitário quarto. E na janela, ainda me recordo de esperar você na esperança que fosse aparecer de surpresa como foi no nosso primeiro encontro. Madrugadas como essa, eu permanecia com a janela aberta. É eu fiz isso.
Como eu disse... perdi as esperanças.
Vou ficar com os nossos sorrisos no rosto de quando eramos só nós no nosso mundinho particular na espera de um milagre.
Reencontro.
Recebi esses dizeres a uns anos atras, e hoje como mais um dia de muitos, eu me peguei lendo os textos, que na época salvei em fotos no meu computador.
E eu ainda nada sei, não sei nem como esta seu rosto, se o sorriso ainda é o mesmo ou se eu o verei novamente. É, definitivamente, eu não sei.
Só sei que as palavras que um dia me entregou, fez com que me sentisse amada, mesmo não o tendo ao lado, foi tão forte que ainda guardo todos e novamente eu, na terrível madrugada, castigo para os amantes, me pego lendo todos eles. E no fim... no fim que fecha com a foto de um grande girassol que um dia recebi antes de uma viagem... eu caio em lágrimas. O nó vem, e eu olho para o teto e me pergunto por que é assim tão injusto?
Ai lembro da foto que vi do pequeno que nasceu... e me calo em perguntar "por que", sei que foi por ele. E eu pensei, "poxa, eu tive parte disso, me senti responsável por ele estar aqui e bem. eu fui embora pra tudo isso acontecer." Mas se passou algum tempo, e todos aqueles planos de ser feliz... foi deixado para trás, esquecido por muito tempo, adormecido no canto escuro.
Lembro-me do medo que cercava, lembro-me da falta de paz que tínhamos, mas lembro da forma que me fazia sorrir, lembro-me de como eu olhava para você, lembro... lembro... lembro.
Ai o nó aparece, sufocando e destruindo qualquer força que eu faça contra, respiro, até passar.
Esta feliz? Eu ainda tento, mas não consegui achar nada que chegue perto do que eu senti naquela padaria depois do parque, não encontrei alguém que me escrevesse com tanto amor, não encontrei ninguém que não me machucasse.
Eu estou perdendo as esperanças. Na realidade falta pouco pra isso acontecer. Cada dia mais, eu busco aquilo que eu nunca vou ter.
Queria enterrar tudo isso como faço para esquecer o que é preciso... Mas eu não consigo.
Dois anos... e nada foi morto... a última lembrança, suas costas indo embora em cima de uma bicicleta, e eu implorando que ficasse. Foi um Adeus triste, nunca mais te vi, nunca mais pude tocar em você ou sentir seu cheiro, nunca mais eu teria o abraço e o cuidado.
"Amo, simplesmente isso e jamais deixarei de amar, ela é um doce reencontro."
Não quero deixar para outra vida novamente. Medo de que se só temos aqui pra resolver, nesse plano, nesse mundo.
Dessa vez não tenho esperança que leia, mais um ano passou... e provavelmente as coisas mudaram, ou talvez não quer que mude.
Olho pro quadro do pote de desejos todos os dias, lembra-se do pote, nosso pote, é, esse quadro ainda permanece ao meu lado, ele seria a decoração da sala. Seria... agora faz parte do meu solitário quarto. E na janela, ainda me recordo de esperar você na esperança que fosse aparecer de surpresa como foi no nosso primeiro encontro. Madrugadas como essa, eu permanecia com a janela aberta. É eu fiz isso.
Como eu disse... perdi as esperanças.
Vou ficar com os nossos sorrisos no rosto de quando eramos só nós no nosso mundinho particular na espera de um milagre.
Reencontro.
Um enorme ZERO.
" Vamos recapitular tudo que precisa ser recapitulado...
Como vim parar nisso tudo? Nesse vai e vem de coisas, nessa instabilidade que se tornou minha vida desde o momento que deixei os dias tomarem conta dos meus projetos?
Mas que projetos?
Aprendi que se tratando de mim, não se pode planejar, tudo que eu passo noites e dias imaginando em fazer, simples, não funciona. Ai me dizem que não se trata de mim apenas, e sim do universo.
Ok! Mas eu deixando o universo trabalhar sem me meter, não deveria ter algum resultado?
Não sei onde eu tiro a conclusão que as escolhas feita por mim são brilhantes e que eu irei me dar bem... Sinceramente eu sou um grande e oval, zero. Um enorme zero escrito em vermelho no canto de uma prova de matemática. (Onde eu sou péssima até hoje.)
A luta em busca de algo realmente valioso nessa Terra de merda, esta difícil e cansativa. Eu já me arrasto, e não sei se terminarei encontrando algo que não me cheire a mentira ou a sacanagem. O que sempre fazemos é tampar o nariz pra não sentir o cheiro e ir mesmo assim, e ai a prova que eu sou um zero... eu mesmo sabendo da merda toda, eu me jogo de cabeça, e pra deixar um pouco pior... eu nem dou o trabalho de fechar os olhos. Sim... sim... eu continuo vendo, e se vejo, é que eu me faço de cega, porque se for pra ver mesmo, eu não viveria mais, porque esta tudo errado, é quadrado entrando na casinha do triangulo que entra na casinha do redondo... E não sou eu que vou mudar o mundo, nem quero brincar de Deus, se é que ele existe mesmo.
Ah sim é lindo ver o quanto eu me empenho em ser um grande zero, é poético, é quase um livro de romance grego, mas posso dizer que pra mim, não é nada legal, ser o último dos moicanos, enquanto já esta todo mundo entregue ao prazer desse mundinho sem respeito e com um grande sorriso no rosto.
Poético seria se eu sorrisse sem me forçar a isso, poético e legal seria eu ser correspondida da mesma forma que me dedico a entregar ao próximo... isso sim ao meu ver, seria poético, e eu estaria muito feliz.
Mas agora eu finjo estar tudo bem, eu finjo não ter visto, e engulo o que machuca, porque não se pode desperdiçar palavras ou sentimento naquilo que não retorna. Nada mais normal que um gole de fantasia para empurrar as verdades para o fundo da garganta.
Você pode me dizer que existe sentimento verdadeiro nisso em que vivemos, sim, existe, tanto quanto existe ainda elefantes brancos, araras azuis e ornitorrincos... Você sabe que existe, mas quase nunca vê ou nem sabe onde encontra. É como ganhar na mega sena, literalmente, hoje em dia a verdade deveria ser vendida nas casas lotéricas, porque é raro, bem raro você ter ela em troca.
Tive a impressão de ter acertado algumas vezes, errei. Tive a impressão de ter encontrado uma pessoa que acima de tudo me respeitasse, errei. Eu não quero mais ter impressão, eu quero ter certezas.
O enorme zero cresce a cada dia, já já ele ocupa a folha toda, e não sei se tem recuperação pra isso.
Faço dos meus dias um teste de sobrevivência da humanidade, e tenho péssimas noticias a dar... ainda não achei a solução da instição do amor."
Como vim parar nisso tudo? Nesse vai e vem de coisas, nessa instabilidade que se tornou minha vida desde o momento que deixei os dias tomarem conta dos meus projetos?
Mas que projetos?
Aprendi que se tratando de mim, não se pode planejar, tudo que eu passo noites e dias imaginando em fazer, simples, não funciona. Ai me dizem que não se trata de mim apenas, e sim do universo.
Ok! Mas eu deixando o universo trabalhar sem me meter, não deveria ter algum resultado?
Não sei onde eu tiro a conclusão que as escolhas feita por mim são brilhantes e que eu irei me dar bem... Sinceramente eu sou um grande e oval, zero. Um enorme zero escrito em vermelho no canto de uma prova de matemática. (Onde eu sou péssima até hoje.)
A luta em busca de algo realmente valioso nessa Terra de merda, esta difícil e cansativa. Eu já me arrasto, e não sei se terminarei encontrando algo que não me cheire a mentira ou a sacanagem. O que sempre fazemos é tampar o nariz pra não sentir o cheiro e ir mesmo assim, e ai a prova que eu sou um zero... eu mesmo sabendo da merda toda, eu me jogo de cabeça, e pra deixar um pouco pior... eu nem dou o trabalho de fechar os olhos. Sim... sim... eu continuo vendo, e se vejo, é que eu me faço de cega, porque se for pra ver mesmo, eu não viveria mais, porque esta tudo errado, é quadrado entrando na casinha do triangulo que entra na casinha do redondo... E não sou eu que vou mudar o mundo, nem quero brincar de Deus, se é que ele existe mesmo.
Ah sim é lindo ver o quanto eu me empenho em ser um grande zero, é poético, é quase um livro de romance grego, mas posso dizer que pra mim, não é nada legal, ser o último dos moicanos, enquanto já esta todo mundo entregue ao prazer desse mundinho sem respeito e com um grande sorriso no rosto.
Poético seria se eu sorrisse sem me forçar a isso, poético e legal seria eu ser correspondida da mesma forma que me dedico a entregar ao próximo... isso sim ao meu ver, seria poético, e eu estaria muito feliz.
Mas agora eu finjo estar tudo bem, eu finjo não ter visto, e engulo o que machuca, porque não se pode desperdiçar palavras ou sentimento naquilo que não retorna. Nada mais normal que um gole de fantasia para empurrar as verdades para o fundo da garganta.
Você pode me dizer que existe sentimento verdadeiro nisso em que vivemos, sim, existe, tanto quanto existe ainda elefantes brancos, araras azuis e ornitorrincos... Você sabe que existe, mas quase nunca vê ou nem sabe onde encontra. É como ganhar na mega sena, literalmente, hoje em dia a verdade deveria ser vendida nas casas lotéricas, porque é raro, bem raro você ter ela em troca.
Tive a impressão de ter acertado algumas vezes, errei. Tive a impressão de ter encontrado uma pessoa que acima de tudo me respeitasse, errei. Eu não quero mais ter impressão, eu quero ter certezas.
O enorme zero cresce a cada dia, já já ele ocupa a folha toda, e não sei se tem recuperação pra isso.
Faço dos meus dias um teste de sobrevivência da humanidade, e tenho péssimas noticias a dar... ainda não achei a solução da instição do amor."
sábado, 15 de março de 2014
Acordando.
" Acordei cedo, em um dia que eu pelo menos poderia ter me dado o luxo de ter acordado um pouco mais tarde, mas o que fazer se meu corpo manda nele mesmo não é?!
Não deveria, na verdade, cansei dele me comandar sem pedir licença, sentir coisas que eu não quero, ou voltar a velha dorzinha no peito quando sinto que algo vai dar errado. São muitas coisas que meu corpo faz que eu não gosto.
Em uns estudos budistas de meditação e força mental, eu aprendi que isso é reflexo de uma mente sem descanso onde ela só trabalha para aliviar a correria do dia-dia, e esquece de dizer quem manda nisso tudo. De fato vou concordar com os monges e sábios dessa dádiva que é a concentração mental, os dias passaram como luz, rápido, intenso, e eu, nisso tudo, aproveitei 1% de tudo que passei nesses dias.
Talvez seja por isso que meu corpo despertou logo pela manhã, ele na verdade não parou.
Não... não me encontro no estado mental como antes, machucado e de certa forma torturado por pressão e angustia, mas sabe... sabe quando tem que ter pelo menos um pouco de amor para as coisas valerem a pena, é eu preciso de amor. Ok... sei o que iram dizer, que esse papo de amor não existe, e que hoje em dia é apenas uma palavra e não um estado emocional ou um sentimento forte. Talvez concorde em partes, mas eu ainda consigo distribui-lo sem que isso me atrapalhe.
Então tem dias que me pego sem sentido nas coisas, mas tendo os dias como uma nova chance de encontrar sempre o caminho certo, e nele encontrar algo que desperte o verdadeiro e o sincero.
Não sou o tipo de pessoa hipócrita que pede a sinceridade e quando a recebe, acusa a outra pessoa de qualquer nome pecador, eu adoro a sinceridade mesmo que ela machuque, porque depois ela se torna uma lição e não um trauma.
Carrego traumas até hoje, e digo que é mais difícil larga-los do que fumante tentando parar de fumar. Traumas são vícios involuntários, que entra em seus pensamentos e faz com que você viva outra realidade, a realidade que ele quer que você pense. Tem algo mais difícil que largar algum trauma?
E hoje estou sentindo ele aparecer novamente, o medo de não controlar a minha mente e pensamentos é muito forte, principalmente quando entra a parte sensorial, aquele leve frio na barriga e arrepio nas costas aparecem, e você se pega pensando... "sim, mais uma vez me dei mal."
Ai você escuta de um amigo, ou amiga... "deixa isso pra lá, viva, não crie esperança, porque esperança não existe." Mas mesmo assim, você não ficou livre de se dar mal, isso não deixou você menos triste, ou menos desconfiada. Talvez ajude na hora de colocar a cabeça no travesseiro em uma cama sem companhia, você pensa em dormir pra seguir a vida como se nada tivesse acontecido, adormece, e pois é, como previsto, um novo dia começa, esta ali, novinho esperando você decidir o que irá fazer dele.
Aqui estou, no meu novo dia, ele hoje veio acompanhado do Sol, esta uma manhã quente, e eu decidi começar escrevendo. Mas ainda não decidi se ele será um dia bom ou ruim, ainda não decidi se hoje vale a pena amar ou odiar, mas tenho certeza apenas de uma coisa... ele será da forma que eu quiser.
Não deveria, na verdade, cansei dele me comandar sem pedir licença, sentir coisas que eu não quero, ou voltar a velha dorzinha no peito quando sinto que algo vai dar errado. São muitas coisas que meu corpo faz que eu não gosto.
Em uns estudos budistas de meditação e força mental, eu aprendi que isso é reflexo de uma mente sem descanso onde ela só trabalha para aliviar a correria do dia-dia, e esquece de dizer quem manda nisso tudo. De fato vou concordar com os monges e sábios dessa dádiva que é a concentração mental, os dias passaram como luz, rápido, intenso, e eu, nisso tudo, aproveitei 1% de tudo que passei nesses dias.
Talvez seja por isso que meu corpo despertou logo pela manhã, ele na verdade não parou.
Não... não me encontro no estado mental como antes, machucado e de certa forma torturado por pressão e angustia, mas sabe... sabe quando tem que ter pelo menos um pouco de amor para as coisas valerem a pena, é eu preciso de amor. Ok... sei o que iram dizer, que esse papo de amor não existe, e que hoje em dia é apenas uma palavra e não um estado emocional ou um sentimento forte. Talvez concorde em partes, mas eu ainda consigo distribui-lo sem que isso me atrapalhe.
Então tem dias que me pego sem sentido nas coisas, mas tendo os dias como uma nova chance de encontrar sempre o caminho certo, e nele encontrar algo que desperte o verdadeiro e o sincero.
Não sou o tipo de pessoa hipócrita que pede a sinceridade e quando a recebe, acusa a outra pessoa de qualquer nome pecador, eu adoro a sinceridade mesmo que ela machuque, porque depois ela se torna uma lição e não um trauma.
Carrego traumas até hoje, e digo que é mais difícil larga-los do que fumante tentando parar de fumar. Traumas são vícios involuntários, que entra em seus pensamentos e faz com que você viva outra realidade, a realidade que ele quer que você pense. Tem algo mais difícil que largar algum trauma?
E hoje estou sentindo ele aparecer novamente, o medo de não controlar a minha mente e pensamentos é muito forte, principalmente quando entra a parte sensorial, aquele leve frio na barriga e arrepio nas costas aparecem, e você se pega pensando... "sim, mais uma vez me dei mal."
Ai você escuta de um amigo, ou amiga... "deixa isso pra lá, viva, não crie esperança, porque esperança não existe." Mas mesmo assim, você não ficou livre de se dar mal, isso não deixou você menos triste, ou menos desconfiada. Talvez ajude na hora de colocar a cabeça no travesseiro em uma cama sem companhia, você pensa em dormir pra seguir a vida como se nada tivesse acontecido, adormece, e pois é, como previsto, um novo dia começa, esta ali, novinho esperando você decidir o que irá fazer dele.
Aqui estou, no meu novo dia, ele hoje veio acompanhado do Sol, esta uma manhã quente, e eu decidi começar escrevendo. Mas ainda não decidi se ele será um dia bom ou ruim, ainda não decidi se hoje vale a pena amar ou odiar, mas tenho certeza apenas de uma coisa... ele será da forma que eu quiser.
terça-feira, 4 de março de 2014
Um bom dia.
O céu brilha na estação do verão... Nem sei se é ainda verão. Sei que os relógios começaram sua contagem normal, pertencemos o mesmo círculo vicioso do Planeta. Mas ainda o céu brilha, ainda tem o Sol como predominante e as nuvens vem mais para o começo da tarde.
Acordo todos os dias quase no mesmo horário, sem sofrimento, é como eu sentisse um despertador interno, algo que me despertasse sempre as nove da manhã.
Um tempo atrás... pertencendo a pessoas, trancada em um quadrado, e me limitando o tempo do meu relógio natural, não pude ver o quanto de bonito tem o dia amanhecendo. Amanhecendo de vários ângulos, amanhecendo de cabeça pra baixo.
Abro minha janela, e a partir dai, eu não sei mais o que acontecerá, mas ainda admiro o Sol que me queima o rosto, e me faz jogar todos os lençóis e cobertor para o lado, e sorriso um pouco mais para o dia que esta louco para começar.
Tenho um dia inteiro para cuidar de mim, me obrigar a fazer coisas que eu me lembrarei sempre, e isso ser algo a ser praticado todos os dias.
Abrir os braços no vento, ou sentir a água gelada no corpo quente... Coisas que quando infeliz, passa a ser motivo de ódio.
Mas, como de costume, é bem mais fácil ser quem se cura rápido, do que a teimosia de quem acredita não ter nada de errado. Talvez isso se chame consciência tranquila de que segui os principio básico do respeito e da sinceridade. Ah... isso...isso realmente pesa na cura de algo. Saber de que não foi sua culpa, saber de que pode ser uma pessoa de bem no mundo.
O bem não se fala, apenas se faz. Talvez abrindo uma janela para sentir o Sol, talvez tomando um belo banho de chuva... tudo se vale para ter o sorriso no rosto quando feito, e quando lembrado.
Seja sempre o seu dia perfeito, para um bom dia acontecer.
Acordo todos os dias quase no mesmo horário, sem sofrimento, é como eu sentisse um despertador interno, algo que me despertasse sempre as nove da manhã.
Um tempo atrás... pertencendo a pessoas, trancada em um quadrado, e me limitando o tempo do meu relógio natural, não pude ver o quanto de bonito tem o dia amanhecendo. Amanhecendo de vários ângulos, amanhecendo de cabeça pra baixo.
Abro minha janela, e a partir dai, eu não sei mais o que acontecerá, mas ainda admiro o Sol que me queima o rosto, e me faz jogar todos os lençóis e cobertor para o lado, e sorriso um pouco mais para o dia que esta louco para começar.
Tenho um dia inteiro para cuidar de mim, me obrigar a fazer coisas que eu me lembrarei sempre, e isso ser algo a ser praticado todos os dias.
Abrir os braços no vento, ou sentir a água gelada no corpo quente... Coisas que quando infeliz, passa a ser motivo de ódio.
Mas, como de costume, é bem mais fácil ser quem se cura rápido, do que a teimosia de quem acredita não ter nada de errado. Talvez isso se chame consciência tranquila de que segui os principio básico do respeito e da sinceridade. Ah... isso...isso realmente pesa na cura de algo. Saber de que não foi sua culpa, saber de que pode ser uma pessoa de bem no mundo.
O bem não se fala, apenas se faz. Talvez abrindo uma janela para sentir o Sol, talvez tomando um belo banho de chuva... tudo se vale para ter o sorriso no rosto quando feito, e quando lembrado.
Seja sempre o seu dia perfeito, para um bom dia acontecer.
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